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terça-feira, maio 04, 2010

Ser Mãe


















































Ser mãe é pureza, é doçura 
É viver cheia de ternura 
É ser rica por tanto amar! 
Ser Mãe é conhecer o mundo 
Através do amor profundo 
É rir, por seu filho abraçar! 
Ser mãe é descobrir em cada dia 
Que a vida recomeça com alegria! 
Ser Mãe, é poesia, é bonança 
É saber sorrir para a criança! 
É nunca ter cansaço de crer 
É plantar, adubar, depois colher! 
É saber o que é ser Mulher 
É adivinhar o que seu filho quer! 
Ser mãe é cantar a felicidade 
É ter uma riqueza sem igual. 
É ser anjo é falar com o coração 
É doar o seu amor incondicional! 



© Foto: Armando Isaac; Poema: Lena Nabais

sábado, abril 24, 2010

Retratos

Gala "República de Abril" realizada pela A25A no Coliseu dois Recreios de Lisboa, em homenagem à mulher Portuguesa.


Maria João                                 © Armando Isaac

Simone de Oliveira                       © Armando Isaac


Carlos do Carmo                          © Armando Isaac


Maria de Medeiros                          © Armando Isaac


Cabo da GNR                              © Armando Isaac

domingo, março 22, 2009

Quando me lês somos 3











Noémio Ramos, Eduardo Chitas, Jorge Nuno, Selma Pousão-Smith e Paulo Almeida
O Jorge organizou, o Paulo apresentou, o Noémio, o Eduardo e a Selma falaram dos livros na Livraria Almedina!
Três: o texto, o autor e o leitor, e eis a química de que é feito o livro.
Mas disse o autor no texto o que o leitor leu? Poderia o autor ter dito ou escrito o que queria sem correr o risco de o seu texto, por uma razão ou outra, nem sequer ser entendido ou ter chegado às mãos do leitor?
Será em definitivo o autor o genuíno único leitor e não será o texto apenas uma memória sugeitas à vicissitude das circunstâncias? Afinal o autor e o leitor morrem e só o texto sobrevive, ou será que todos eles se transformam num rosário de releituras, revivências e reescritas? P.A.