terça-feira, maio 11, 2010
O Papa
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5/11/2010 03:38:00 da tarde
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terça-feira, maio 04, 2010
Ser Mãe
Ser mãe é pureza, é doçura
É viver cheia de ternura
É ser rica por tanto amar!
Ser Mãe é conhecer o mundo
Através do amor profundo
É rir, por seu filho abraçar!
Ser mãe é descobrir em cada dia
Que a vida recomeça com alegria!
Ser Mãe, é poesia, é bonança
É saber sorrir para a criança!
É nunca ter cansaço de crer
É plantar, adubar, depois colher!
É saber o que é ser Mulher
É adivinhar o que seu filho quer!
Ser mãe é cantar a felicidade
É ter uma riqueza sem igual.
É ser anjo é falar com o coração
É doar o seu amor incondicional!
© Foto: Armando Isaac; Poema: Lena Nabais
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5/04/2010 05:49:00 da tarde
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Retratos
quarta-feira, abril 28, 2010
Farol
Diz-me, por favor, o porquê dessa insatisfação…. Calas-te?
Já te disse …
gosto deste vento... Dá-me um cigarro.
Já viste?
O farol a lamber a noite
a lua muito branca
este mar tão calmo.... Como se dormisse.
Porquê desatar a urgência do dizer?
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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4/28/2010 11:30:00 da tarde
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Nazaré
Cascata do Escalvadouro
© Armando Isaac
A cascata do Escalvadouro, situa-se próximo de Vila de Rei, na área geográfica de Castelo Branco.
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4/28/2010 12:14:00 da manhã
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Cascatas
terça-feira, abril 27, 2010
Cascata do Penedo Furado
© Armando Isaac
A Cascata do Penedo Furado é de origem fluvial e localiza-se na aldeia de Milreu, Vila de Rei, na área geográfica de Castelo Branco. As suas águas terminam num trecho calmo do rio dando origem a uma piscina natural envolta em vegetação exuberante.
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4/27/2010 11:58:00 da tarde
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domingo, abril 25, 2010
Sento-me na areia húmida
Sento-me na areia húmida
onde formo palavras que queria dizer
Olho a casa da praia
calo o movimento da minha mão
Espero em silêncio
Que venhas até mim
ou que o mar apague a verdade
*Poema do livro Casa da Praia
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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4/25/2010 10:46:00 da tarde
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sábado, abril 24, 2010
Retratos
Gala "República de Abril" realizada pela A25A no Coliseu dois Recreios de Lisboa, em homenagem à mulher Portuguesa.
Simone de Oliveira © Armando Isaac
Carlos do Carmo © Armando Isaac
Maria de Medeiros © Armando Isaac
Cabo da GNR © Armando Isaac
Maria João © Armando Isaac
Carlos do Carmo © Armando Isaac
Maria de Medeiros © Armando Isaac
Cabo da GNR © Armando Isaac
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4/24/2010 12:24:00 da manhã
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Gala República de Abril,
Retratos
domingo, abril 18, 2010
República de Abril
Gala de homenagem à mulher Portuguesa, realizada pela A25A no Coliseu dos Recreios de Lisboa no passado dia 15, gravada para a RTP para transmissão no próximo doa 25 de Abril.
Júlio Isidro e Chapitô

Fernando Tordo
Vitorino
Carlos Mendes
Maria João, Maria Anadon e Maria Viana
Maria do Amparo, Samuel e Oficina do Canto
Simone de Oliveira
Maria Barroso e Luisa Amaro
Carlos do Carmo
Carlos do Carmo e Bernardo Sassetti
Maria de Medeiros
Mulher militar do Exército
Mulher militar da GNR
Sílvia Alberto, Júlio Isidro e Grupo Coral Feminino Terra de Catarina de Baleizão
© Fotos Armando Isaac
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4/18/2010 09:15:00 da tarde
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segunda-feira, abril 12, 2010
Praia Deserta
No sossego desta praia deserta, acalmo olhando o mar
pensamento vagabunda no divagar
Apenas esta luz cinza e vermelha, deixa de ser dia, noite tão pouco
incipiente, promíscua, meu sufoco
Que se esfuma e se transmuta na serenidade do vazio curador
o eu se liberta deste torpor
Então entro em ti, no lugar onde estás, meu amor, sem que o vejas
onde é urgente que estejas
*Poema do livro Fragmentos do Silêncio
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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4/12/2010 08:33:00 da tarde
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Pôr do Sol
sexta-feira, abril 09, 2010
Gaivota
Há um fio de silêncio entre a imagem e a recordação
percurso de assumida solidão
Em dias de bruma cinzenta não perguntes porque voa a gaivota
poisando nessa rocha ignota
Porque o perfume do rosmaninho e o acre odor da maresia
são toda a minha alegria
Há tanta esperança nessa praia deserta nesse mar salgado
onde me transformo em cavalo alado
Porto de abrigo natural, essa é a paisagem que dá o ser
a uma grande amizade sempre a crescer
* Poema do livro Fragmentos do Silêncio
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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4/09/2010 07:17:00 da tarde
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Nazaré
sexta-feira, março 26, 2010
Este é o mar...
Este é o mar que me desfez
nos momentos de irreal lucidez
Torna-se necessário partir nas asas do vento
para a terra do devir
Aí pelo teu nome posso gritar
é aí que te posso amar
*Poema do livro Fragmentos do silêncio
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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3/26/2010 11:21:00 da tarde
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Nazaré
segunda-feira, março 08, 2010
Deixa
Deixa-me avistar mais além mesmo que os olhos apenas vejam o chão
ficar com as ruas e as casas da cidade, ocupar a minha solidão
Deixa-me lobrigar horizontes ver oceanos e as estrelas do céu
ficar nesse vazio humano, ouvindo o silêncio, ser eu
Deixa-me o vento, todas as nuvens do céu que o mundo tem
ficar com os pingos de chuva que não são de ninguém
Deixa-me ver, mesmo sem olhar, os contornos da multidão
ficar com todas as mulheres que passam, doce ilusão
Deixa-me caminhar descalço pela areia da praia deserta
ficar absorto pelo que vejo, a mente desperta
Deixa-me esta ânsia esfomeada pela luz interior, sonho sem sono
vá lá, deixa-me ficar, do mundo, com todas as coisas sem dono
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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3/08/2010 07:44:00 da tarde
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Setúbal
sábado, março 06, 2010
O Poeta
Minha poesia é triste porque nascida
das reviravoltas da vida
dum doce amargo, dolorosa
arrebatada ao coração, espinhosa
Canto à ternura e aos afectos
ao silêncio e à solidão
canto alegrias e tristezas
de amigos e amantes
falando do meu amor
por esses seres amigantes
A minha poesia triste
é carinho de verdade
hino aos que me rodeiam
antevisão da saudade
Nasce de um ser só, tantos amigos à mão
a alma adivinhando o fim
profunda antecipação
por isso é de enorme tristeza, não procurada
mas jamais se dirá
que é poesia desgraçada
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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3/06/2010 03:50:00 da tarde
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sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Que Ouves?
Que ouves?
talvez seja um canoa invisível que teus olhos não abarcam
um casal de patos selvagens, na curva do rio, em dança amorosa
nesta doce manhã deliberadamente brumosa
será o doce choro das árvores despidas, engrossando as águas do rio
o murmurar dos pássaros em seus ninhos, esperando pelo estio
Que ouves?
talvez sejam os imaginários postilhões do horizonte
anunciando que a densa neblina vai chegar
ou a nostálgica luz cinza que dá esse encanto, ao teu olhar
será o silêncio desta escassa luz e tesouros escondidos
o desejo desta paz, procura incessante dos solitários perdidos
Que ouves?
talvez seja o ambicionado paraíso que tens perante ti
que o tenhas encontrado sem ter dado conta
ou um compasso de espera nessa vida de barata tonta
será que te embebedas do tesouro que os olhos vislumbram
com toda esta beleza de Outono, teus sentidos se perturbam
Ou será que no esforço longínquo de procurar no Outono, na solidão
não é realidade, esta paisagem, é sonho da tua visão?
© Poema: Fernando Antunes; Foto: Armando Isaac
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2/19/2010 11:06:00 da tarde
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Pateira
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Há um lugar
Há um lugar
que permanece inalterado desde que o conheço
lugar que está no meu coração desde o berço
Lugar da minha infância, onde aprendi a mergulhar com o silêncio na mão
onde os pescadores sempre regressam e os barcos baloiçam na solidão
Lugar onde a imensa nobreza dos homens ganha dimensão
Neptunos de um mar menor na labuta do ganha-pão
Lugar onde volto sempre que posso, e me sinto de novo menino
sentado nas tábuas desse cais sorvendo o ar marinho
Lugar onde ao sol poente nos esquecemos do tempo, sentimos o cheiro a maresia
onde nos chega a paz, que merecemos, e a brisa tem o aroma da melancolia
Há um lugar
onde no cais os barcos descansam, os homens sonham olhando o entardecer
onde o rio se torna laranja e o dia, sorrindo, diz que vai morrer
© Foto: Armando Isaac; Poema: Fernando Antunes
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2/18/2010 11:14:00 da tarde
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quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Levei pela mão
Levei-te pela mão junto ao mar
sentámo-nos na praia nessa noite de luar
era a primeira vez que nos aventurávamos
sozinhos, para os caminhos do amor trilhar
O silêncio do turbilhão das coisas por dizer
a angustia daquilo que queríamos
e ainda não sabíamos como fazer
Timidamente minha mão na tua de novo pousei
teus lábios de mansinho beijei
Senti tua entrega
olhos fechados para não ver
aquilo que aos poucos
íamos aprendendo a fazer
Possui-te meigamente
criando fantasias, sem saber
se era o descompasso do meu coração
ou as ondas nas rochas a bater
© Poema: Fernando Antunes; Foto: Armando Isaac
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2/11/2010 03:52:00 da tarde
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Nazaré
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Escuta
Escuta
escuta o ténue barulho das luzes
arrogante o vermelho, no seu poder efémero
gentil o verde dando passagem
cuidadoso o amarelo, seus avisos silenciosos
Escuta
escuta o barulho surdo de motores e buzinas
o chiar dos travões arranhando o asfalto
o arranque dos carros em sobressalto
o passo apressado dos peões
Escuta
escuta as palavras gritadas ou apenas ciciadas
que se escapam das casas pelas frinchas das janelas
pelos interstícios das portadas, o ranger da porta a abrir
o som dos tacões altos de mulher que vai sair
Escuta
escuta as conversas no café da esquina
a colher a tilintar na chávena, a água a cair no copo
o isqueiro que acende o cigarro, o jornal a ser aberto
o beijo à chegada, discreto
Sou estátua de silêncio à chuva, na praça parado
onde tudo se passa
Onde tu não passas
(Poema inédito da autoria de Fernando Antunes, economista por formação e poeta por paixão, inspirado pela minha foto)
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2/02/2010 11:49:00 da tarde
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Lisboa,
Rossio
sábado, janeiro 09, 2010
Parabéns à Joana
Parabéns à Joana que comemorou ontem o seu aniversário!
Será que ela sabe a origem do seu nome?
Joana – De origem hebraica, significa “Cheia da graça de Deus”. Forma feminina de João. Revela uma pessoa que só amadurece depois de muito lutar pelo equilíbrio entre a razão e o coração.
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Armando Isaac
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1/09/2010 03:07:00 da tarde
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sexta-feira, dezembro 18, 2009
"Fragilidades do Porto de Abrigo"
O Fernando Antunes, colega e amigo das lides académicas no ISCTE, apresentou ontem na livraria-bar "Les Enfants Terribles", o seu último livro de poesia.
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Armando Isaac
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12/18/2009 07:42:00 da tarde
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poeta
terça-feira, dezembro 15, 2009
O meu Pai Natal
Anuncio ao Mundo que o meu Pai Natal já chegou!
Para todos os amigos, os meus sinceros votos de Feliz Natal.
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Armando Isaac
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12/15/2009 12:08:00 da manhã
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