
segunda-feira, março 30, 2009
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Armando Isaac
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3/30/2009 04:59:00 da tarde
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Pedra do Guilhim
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Armando Isaac
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3/30/2009 04:52:00 da tarde
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domingo, março 22, 2009
Lisboa ao entardecer

Lisboa ao entardecer redime-se de tudo.
Não há mau gosto, não há pelintrice, que resistam a uma claridade assim, alastrada na superficie de um rio como este, liso, saudoso, aberto para o longe... Não há miséria nem desleixo que resistam à doçura do ar, às aventuras da luz e da sombra por estas encostas abaixo.
Tardes de ramos nus, eriçados de botõezinhos novos, tardes de castelos na bruma e jóias de fogo acesas bruscamente no topo dos mastros, na ponta das quilhas; tardes em que a Outra Banda é uma costa longínqua, irreal, a emergir da névoa; tardes em que todo o quadro, casas, árvores, céu e rio, barcos à vela e cruzadores, montes recortados de além e guindastes finos de cá - todo o quadro tem apenas duas cores, cinzento e rosa em gradações infinitas. Jogo de cortinas impalpáveis, que vai desde a nitidez diáfana do nu - com os montes recortados nos ínfimos detalhes, verde-garafa, amarelo-torrado - até à fantasmática mise en scène de véus cinzentos, de montes de cristal, de água de prata fosca... Mais pela noite dentro, o céu é azul vivo, límpido e fundo, a descair para o verde doirado na distância, com silhuetas de casas negras, onde a luz de Natal brilha fixa. E no rio cor de tinta passam hipóteses de barcos, arvorando luzes que sulcam a àgua invisível... (Ester de Lemos)
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Armando Isaac
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3/22/2009 07:29:00 da tarde
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O Jorge organizou, o Paulo apresentou, o Noémio, o Eduardo e a Selma falaram dos livros na Livraria Almedina!
Três: o texto, o autor e o leitor, e eis a química de que é feito o livro.
Mas disse o autor no texto o que o leitor leu? Poderia o autor ter dito ou escrito o que queria sem correr o risco de o seu texto, por uma razão ou outra, nem sequer ser entendido ou ter chegado às mãos do leitor?
Será em definitivo o autor o genuíno único leitor e não será o texto apenas uma memória sugeitas à vicissitude das circunstâncias? Afinal o autor e o leitor morrem e só o texto sobrevive, ou será que todos eles se transformam num rosário de releituras, revivências e reescritas? P.A.
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Armando Isaac
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3/22/2009 12:25:00 da manhã
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segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Pateira de Fermentelos

A Pateira de Fermentelos é a maior lagoa natural da Península Ibérica e a segunda maior da Europa. com 3,5 Km de comprimento máximo e 0,75 Km de largura máxima, estando localizada no triângulo formado pelos concelhos de Águeda, Aveiro e Oliveira do Bairro, antes da confluência do rio Cértima com o rio Águeda.Considerada uma zona húmida de elevada riqueza ecológica, a Pateira de Fermentelos desde cedo se tornou um sistema em que as actividades humanas se integravam perfeitamente na sua dinâmica, permitindo assim a manutenção da lagoa.
É uma zona muito rica em fauna e flora. As espécies aquáticas predominantes são o Achigã, Lúcio, Carpa, Tainha, Perca, Pimpões e Lagostins-Vermelhos. A nível de aves, existem as Rabilas, Curtos, Pica-Peixe e diversos tipos de Patos.
É uma zona natural de rara beleza onde se podem desfrutar momentos de lazer e que oferece inúmeras oportunidades a nível fotográfico, como as acima apresentadas, captadas ontem (09.02.01), em que a lagoa transbordou as suas margens.
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Armando Isaac
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2/02/2009 04:32:00 da tarde
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domingo, janeiro 18, 2009
FELIZ 2009
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1/18/2009 12:17:00 da manhã
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domingo, dezembro 28, 2008
A Ericeira vista do cais
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Armando Isaac
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12/28/2008 01:26:00 da manhã
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